No fim de dezembro de 2025, o governo americano fez o primeiro ataque a Venezuela. Uma instalação usada para o narcotráfico foi atingida.
Na data de hoje, saiu a informação que, na madrugada, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa foram capturados pela tropa de elite do exército americano. Os dois foram retirados do país por via aérea até um navio de guerra que estava no Caribe e que está a caminho de Nova York.
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, pediu prova de vida ao casal e disse que não sabe o paradeiro do presidente venezuelano.
Durante o dia de hoje, houveram explosões em Caracas e em outras regiões da Venezuela, como os Estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
O governo venezuelano declarou emergência e acusou os Estados Unidos de bombardearem alvos civis e militares. O governo afirmou que o objetivo dos Estados Unidos seria tomar os recursos estratégicos do país, como petróleo e minerais e que tenta forçar mudança de regime.
A Venezuela convocou governos da América Latina e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade ao país.
Essa pressão dos Estados Unidos à Venezuela, não vem de pouco tempo, em agosto de 2025, os EUA elevaram para 50 milhões de dólares a recompensa por informações que levassem a prisão de Nicolás Maduro. Inicialmente, a Casa Branca informou que o objetivo do ataque era o combate ao narcotráfico internacional, mas, com o passar do tempo, o objetivo final seria a derrubada do governo de Nicolás Maduro. Houve conversa entre os dois presidentes em novembro de 2025, mas sem avanço, pois Maduro se recusou a deixar o poder. Uma semana atrás houve outra conversa na qual houve tentativa de negociar a saída pacífica de Maduro do poder, mas os EUA, não quis mais. EUA tem interesse em assumir as reservas de petróleo venezuelanas, consideradas as maiores do mundo.
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, condenou o ataque dos EUA a Venezuela e disse que a ação militar ultrapassa a linha do que é aceitável na relação entre os países. Disse também que os atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional. Diante da ofensiva, o governo brasileiro convocou uma reunião de emergência hoje com ministros para tratar da resposta política do Brasil e as medidas que podem ser tomadas em relação ao ataque a Venezuela.
Segundo especialistas, há diversos interesses dos EUA atacarem a Venezuela: petróleo, relação Venezuela x China, expansão do mercado da América do Sul.
O futuro do governo da Venezuela ainda seria decidido.
Mais tarde, por volta das 13h (hora de Brasília), Donald Trump, presidente dos EUA, fez um pronunciamento e disse que os EUA vão governar a Venezuela interinamente através de um grupo do alto escalão de seu governo que está sendo formado (não foram divulgados nomes, quando, nem como seria feito) e que vai controlar o petróleo do país. Petroleiras norte-americanas voltarão a explorar o petróleo venezuelano e haverá a ampliação do domínio americano no Hemisfério Ocidental.
Poderá ocorrer novas ofensivas na Venezuela, pois pessoas do regime de Maduro ainda estão no país. A operação que capturou Madurou durou 47 segundos.
